E-Turismo, o remédio anti-crise?

CComo se pode explicar que as vendas online continuem a aumentar no sector do turismo, numa altura em que este está completamente afectado pela crise? Será a Internet, hoje em dia e mais do que nunca, a solução.

O ano de 2009 não foi brilhante para o turismo.

A crise passou por este sector e as reservas acusaram uma forte queda (-15% ao nível das vendas tradicionais).

Relativamente a Portugal a previsão é que a indústria do turismo cresça 1,9% este ano e crescer ao ritmo de uma média anual de 4%, durante a próxima década. [1]

No entanto, para 54% dos portugueses, tal como para os franceses e espanhóis, as férias são como uma necessidade "vital" pela qual estão dispostos a sacrificar outras despesas.
Por isso, ainda assim eles comparam, procuram a melhor relação qualidade/preço, reservam cada vez mais tarde as suas estadias curtas e recorrem sobretudo à Web.
Assim, os números são formais, online mantiveram-se ao mesmo nível de 2008 [1] e, em certos casos, continuaram a sua evolução (+ 6% no sector da Hotelaria [2]).
Por outro lado, é uma tendência de base que se constata desde há vários anos, a parte das vendas online aumenta inexoravelmente em detrimento das vendas tradicionais.

E isto é facilmente compreensível. De agora em diante, 60% a 70% dos europeus são internautas [3] e para cerca de 70% deles, a Internet é o principal meio utilizado para preparar as suas férias.

Então, como é que devemos agir, o que fazer para captar estes clientes e desenvolver a sua actividade graças à Internet?

Desenvolva o seu website.

Deverá estar no centro das suas preocupações quotidianas a fim de ser atractivo, conter informações pertinentes e permitir a reserva online das suas prestações.
É, em grande parte, pelo seu site de Internet que cerca de 70% dos internautas europeus o avaliam, sem sequer lhe telefonam!

Mas antes de mais, estes internautas devem encontrar o seu site. Para isso, as alavancas de acção são múltiplas:

  • A primeira diz respeito ao referenciamento (natural e pago), pois 80% dos pedidos na Internet passam pelos motores de pesquisa (de entre os quais se encontra o Google, utilizado por 90% dos internautas franceses, espanhóis e portugueses [4]).
  • Referencie o seu estabelecimento nos anuários e nos principais sites comerciais. Consoante a sua actividade (nomeadamente, Hotéis, Parques de Campismo e arrendamentos), é uma fonte de reserva potencialmente importante e, em todo o caso, uma boa forma de obter visibilidade.
  • E, desde logo, é necessário contar com os sites de opinião de viajantes e as redes sociais.

Em muito pouco tempo, estes 2 elementos ganharam uma importância muito grande no sector do turismo:

57% dos consumidores consultam as opiniões de internautas antes de efectuar uma compra [5]!

Os sites de opinião de viajantes, como por exemplo o “Tripadvisor”, desempenham um papel muito importante na fase de pesquisa de informações e de preparação de estadia na Internet. O seu impacto directo sobre a decisão de compra online está comprovado.

30% dos internautas são utilizadores do Facebook [5]!

Em Abril de 2010, Portugal contava com 1,8 milhões de internautas membros do Facebook, a França contava com 14 milhões e a Espanha com 9,4 milhões (+ 67% entre 2009 e 2010 [6]!).
Estas redes sociais tornam-se verdadeiros impulsionadores de promoção e fidelização, e oferecem uma proximidade fabulosa com os seus potenciais clientes. Desenvolvem-se cada vez mais novas estratégias de marketing nestes meios no sector do turismo.
A sua empresa está adaptada a todas estas mudanças?

Para o verificar, tire partido deste programa europeu para empreendedores e solicite um diagnóstico gratuito para o ajudar a desenvolver os seus consumos de Internet.

 


[1] fonte: relatório wttc da indústria do turismo
[2] fonte: hospitality business estrategies, 2009
[3] fonte: internet world stats, 2009.
[4] fonte: comscore
[5] fontes: estudo credoc para o ebay frança, cerca de 1.007 indivíduos representativos da população francesa, com mais de 18 anos.
[6] fonte: insites consulting
[7] média: frança + 67 %, espanha + 73 %, portugal +61 %

 

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